O mosquito Aedes Aegypti transmite várias doenças

O trabalho desenvolvido pelos agentes da Vigilância em Saúde Ambiental de Barra Mansa tem impactado positivamente nos índices de visitas domiciliares e, consequentemente,  no combate aos focos do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya. Com seis ciclos estabelecidos durante o ano, cada qual com dois meses de duração, o órgão vem mantendo em alta a visitação as residências com foco na vistoria e eliminação de criadouros do mosquito.

O coordenador da Vigilância em Saúde Ambiental, Antônio Marcos Rodrigues, traçou um comparativo entre os resultados obtidos até momento. “Trabalhamos com uma meta média de 93.357 mil visitas por ciclos. Este ano, durante o 1º ciclo, compreendido entre janeiro e fevereiro, conseguimos desenvolver  uma cobertura de 74.911 residências. No segundo ciclo, entre março e abril, chegamos a 88.951 casas.  No terceiro período, entre maio e junho, tivemos uma leva queda, passando para 79.844 visitas. Já no quarto ciclo, julho e agosto, voltamos ao patamar de 88.796 visitas domiciliares e agora, no quinto período, a parcial é de 48 mil atendimentos as residências”, detalhou Antônio Marcos.

O coordenador ressaltou que a realização dos ciclos de visitas domiciliares para o controle de focos constitui umas das principais medidas para a redução do mosquito.  “E isto pode ser traduzido na redução dos casos da dengue, zika vírus e febre chikungunya no município. Segundo dados do setor de Epidemiologia, da Secretaria de Saúde, este ano, até o momento não há registros de óbito no município por nenhuma dessas três doenças”.

Em 2017, foram notificados 41 casos de dengue e apenas dois confirmados. Houve uma notificação de febre chikungunya, com confirmação e para zika vírus, uma notificação, sem confirmação da doença. Já em 2018, foram notificados  42  casos de dengue e apenas um confirmado. Foram notificados 11 casos de febre chikungunya, com quatro confirmações e duas notificações para zika vírus, sem confirmação da doença.

O coordenador disse ainda que o resultado do trabalho se deve à participação da população. “Nenhum programa da área de saúde consegue  sucesso, sem a participação popular.  Se cada pessoa dedicar 10 minutos por semana na vistoria e eliminação de focos de criação do  Aedes aegypti,  será de imensa contribuição no controle desse vetor

Fonte: Jornalismo PMBM

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