Evento aconteceu nesta quinta-feira, na Praça Sávio Gama

Estudantes de psicologia da UFF ( Universidade Federal Fluminense), trabalhadores da Saúde Mental e moradores, em parceria com a Secretaria de Saúde de Volta Redonda, comemoraram na quinta-feira, dia 18, o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, o evento aconteceu na praça Sávio Gama, no Aterrado, e teve como objetivo relembrar a batalha pela desinstitucionalização dos serviços disponibilizados aos usuários da Saúde Mental, que no passado eram descriminados pela sociedade dentro dos manicômios. Faixas, cartazes e apitos encorparam o movimento, que também contou com uma roda de conversas sobre saúde mental. onde diversas cadeiras foram colocadas em círculo para melhorar a interação entre os participantes, além da atuação do movimento “Sarau( Vozes e Canto)”.

Para o aluno de psicologia  Rafael do Nascimento Monteiro, de 21 anos, a data representa liberdade e humanização. “No início, nós subvertemos a lógica de cuidado, que antes era ligada ao aprisionamento e a contenção para dar lugar ao ser humano. Hoje, pensamos na população no âmbito social. É um trabalho coletivo, em geral”, ressaltou. A estudante Tainá Ferreira Alvarenga classificou como um momento de conscientização.  Rafael do Nascimento Monteiro, de 21 anos, a data representa liberdade e humanização. “No início, nós subvertemos a lógica de cuidado, que antes era ligada ao aprisionamento e a contenção para dar lugar ao ser humano. Hoje, pensamos na população no âmbito social. É um trabalho coletivo, em geral”, ressaltou.

Segundo Sérgio Felipe, coordenador de Saúde Mental de Volta Redonda, é necessário ter equilíbrio emocional para lidar com essas pessoas. “Reinseri-los na sociedade é nossa principal meta. Uma luta gloriosa. Devemos dar autonomia e acreditar que eles são capazes sim de realizar tarefas que pessoas comuns fazem em seu cotidiano. Definitivamente, um dia importante”, destacou.

A Luta Antimanicomial é um ato nacional, organizado por usuários, trabalhadores, estudantes e instituições da Saúde Mental, especificamente. A reivindicação é pelo fim da reprodução de ações e lógicas que perpetuam a violência, preconceito e repressão da “loucura” como forma de tratamento.

 

 

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