O diretor Frei Custódio Alves Serrão, reclamava das condições precárias e da falta de recursos

Falta de recursos do poder público, salas entulhadas, teto ameaçando desabar, cortes no orçamento e entre outros problemas. O diretor do museu na época detalhou todas essas condições precárias em um relatório. O ano do documento é 1844, 26 anos após a criação do museu e 174 anos antes do incêndio que destruiu vários itens históricos, no domingo (2).

“A Seção de numismática e artes liberais, arqueologia, usos e costumes das nações antigas e modernas acha-se em uma sala cujo teto ameaça ruína, visto as grandes fendas do estuque que continuamente se alargam”, escreveu Frei Custódio Alves Serrão, diretor do museu em 1844

Na época, a instituição ainda estava em sua primeira sede, em Campo de Santana (centro do Rio), antes de ser transferida para o Palácio Imperial de São Cristóvão, cujo interior foi consumido pelo fogo de domingo passado.

Fonte: R7

Crédito da Imagem: BBC

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