Secretaria de Saúde informou que todos os procedimentos foram feitos e que vão aguardar a confirmação de exames da suspeita.

Um homem, de 53 anos, morador de Paulo de Frontin, RJ, morreu com suspeita de febre amarela no domingo (28) em Vassouras, RJ. Segundo a Secretaria de Saúde de Paulo de Frontin, ele deu entrada no Hospital Nelson Sales, na sexta-feira (26) e depois foi transferido pela família para o Hospital Universitário de Vassouras, onde faleceu.

Mais de 10 mil pessoas já foram vacinadas em Paulo de Frontin, 93% da população, segundo a epidemiologia do município. Todos os postos estão fazendo a vacina até imunizar 100% da população. A cidade ainda não registrou nenhum caso confirmado de febre amarela.

Cinco mortes pela doença confirmados na região

Cinco mortes por febre amarela foram confirmadas no Sul do Rio de Janeiro. O último caso foi registrado dia 23 de janeiro em Valença. Na cidade, já são quatro mortes, além de uma em Miguel Pereira.

Com isso, chega a oito o número de mortos no estado, sendo dois em Teresópolis e um em Petrópolis, na Região Serrana. Em Valença, outros oito casos da doença foram confirmados. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde dessas pessoas.

Morador de Miguel Pereira, Luiz Fernando Valente Rodrigues, de 17 anos — que protagonizou uma campanha nas redes sociais em busca de um doador de fígado — teve morte cerebral constatada na madrugada de 15 de janeiro.

Mico encontrado morto em Barra Mansa (Foto: Divulgação/PMBM)

Quatorze macacos foram encontrados mortos na região. Os últimos dois casos foram registrados em Barra Mansa, onde foram achados dois micos sem vida. De acordo com a prefeitura, a suspeita principal é que tenham sido mortos por envenenamento e por arma de fogo, por moradores que os associam com a febre amarela. Já foram encontrados macacos mortos também em Barra do Piraí, Paty do Alferes, Volta Redonda, Paulo de Frontin, Três Rios e Miguel Pereira.

Lembrando que os macacos não transmitem a febre amarela. A doença só é transmitida pelo mosquito. Os primatas servem como indicadores da presença do vírus em determinada região. Maltratar ou matar animais silvestres é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais.

Fonte: G1

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